Passo dias… Passo horas, a ver quanto demoras para chegares a meu lado.
Vou contando lentamente, cada segundo… Cada momento, até ver – te a mim abraçado.
Pareço cumprir um castigo, priva – me a vida de estar contigo, traz – te … Leva – te sem fim…
Enquanto meu corpo definha; não sinto a tua boca na minha; não sinto teu corpo em mim…
Amor? Onde estás, querido? Não respondes ao meu pedido, não ouves o meu chamado.
Onde andas, amor meu? Por onde anda o olhar teu? Que não vê meu rosto molhado!
Não me ouves? Estou bem perto, bem junto da tua mão, colhe – me com carinho e jeito.
Vêm amor, leva – me do deserto, deposita – me no teu coração e tranca à chave o teu peito.
Vou contando lentamente, cada segundo… Cada momento, até ver – te a mim abraçado.
Pareço cumprir um castigo, priva – me a vida de estar contigo, traz – te … Leva – te sem fim…
Enquanto meu corpo definha; não sinto a tua boca na minha; não sinto teu corpo em mim…
Amor? Onde estás, querido? Não respondes ao meu pedido, não ouves o meu chamado.
Onde andas, amor meu? Por onde anda o olhar teu? Que não vê meu rosto molhado!
Não me ouves? Estou bem perto, bem junto da tua mão, colhe – me com carinho e jeito.
Vêm amor, leva – me do deserto, deposita – me no teu coração e tranca à chave o teu peito.