Hoje matei um amor que se abrigava em mim, sufoquei a sua dor, matei - me , foi meu fim…
Hoje matei uma esperança, minha candeia, minha chama; sepultei – a calma e mansa e bem funda na lama…
Hoje matei um habitante que povoava minhas entranhas; seu velório foi constante… Caíam gotas estranhas…
Hoje matei um sorriso, esfaqueei-o sem piedade, tornei meu rosto liso sem alegria , sem vaidade…
Hoje metei – me (ser bruto), sacudi meus membros, libertei - me ! Vivo no escuro, num luto, Tirei – te de mim… matei – me…
Hoje matei uma esperança, minha candeia, minha chama; sepultei – a calma e mansa e bem funda na lama…
Hoje matei um habitante que povoava minhas entranhas; seu velório foi constante… Caíam gotas estranhas…
Hoje matei um sorriso, esfaqueei-o sem piedade, tornei meu rosto liso sem alegria , sem vaidade…
Hoje metei – me (ser bruto), sacudi meus membros, libertei - me ! Vivo no escuro, num luto, Tirei – te de mim… matei – me…