Caí num solitário momento onde ouvi a chuva reler palavras em mim, e saiu do meu eu um rebento de rosas decorando um morto jardim.
Parei a ouvir a voz de ninguém; só soluços e lágrimas de aço, frias, maldosas, ricas em desdém caindo em sequência, sobre meu braço.
Teimosa a chuva continua lá fora caindo agitada, lavando a rua, apaga a esperança que persistiu a cada hora de enxergar um rosto nas caras da lua…
Caí num momento, sem nada onde o pensamento cansado da espera pensou, que esperar a chuva que jamais pára é como esperar alguém que nos deixou.
Virada para dentro, vi um vazio que apenas eu tentava preencher com flores, alegria e brio e a mágica força de viver.
Que chova então, tudo em mim para que com meu rosto encharcado deste chover, eu possa tão triste, lamentar o meu fim, chorando compulsivamente ,sem ninguém ver.
Parei a ouvir a voz de ninguém; só soluços e lágrimas de aço, frias, maldosas, ricas em desdém caindo em sequência, sobre meu braço.
Teimosa a chuva continua lá fora caindo agitada, lavando a rua, apaga a esperança que persistiu a cada hora de enxergar um rosto nas caras da lua…
Caí num momento, sem nada onde o pensamento cansado da espera pensou, que esperar a chuva que jamais pára é como esperar alguém que nos deixou.
Virada para dentro, vi um vazio que apenas eu tentava preencher com flores, alegria e brio e a mágica força de viver.
Que chova então, tudo em mim para que com meu rosto encharcado deste chover, eu possa tão triste, lamentar o meu fim, chorando compulsivamente ,sem ninguém ver.