És fria noite, não por ser inverno mas, por estares cheia do cansaço das dores que ferem, criam inferno, sem que te encontre tal abraço.
Gelas – me por dentro, destemida, quebras meus sonhos, minha emoção, vives empurrando minha vida por entre estilhaços sangrentos de coração.
Noite longa onde o encanto de passados desfeitos e sem esperança devolvem aos meus olhos o pranto como outrora em criança.
És a minha companhia, noite escura, sem alimento para minha alma que chora, traz - me a alegria e a esperança futura, leva esta amargura embora.
Sou toda gelo, que me consome devagar… Sinto cristais de frio no meu interior com os quais luto… vivo a lutar, para que não gelem meu coraçãocheio de amor!
Gelas – me por dentro, destemida, quebras meus sonhos, minha emoção, vives empurrando minha vida por entre estilhaços sangrentos de coração.
Noite longa onde o encanto de passados desfeitos e sem esperança devolvem aos meus olhos o pranto como outrora em criança.
És a minha companhia, noite escura, sem alimento para minha alma que chora, traz - me a alegria e a esperança futura, leva esta amargura embora.
Sou toda gelo, que me consome devagar… Sinto cristais de frio no meu interior com os quais luto… vivo a lutar, para que não gelem meu coraçãocheio de amor!