Por vezes o sol nasce e só vemos aguaceiros; os pássaros cantam e só escutamos gritos de dor; a vida dá-nos liberdade e fazemos de nós prisioneiros em gaiolas de gélido odio e rancor…
Somos como flores ao vento (suaves como uma brisa) onde por vezes nem o vento nos empurra para o sentir, por insistirmos numa raiz cruel que nos martiriza, nos corrói o esplendor dos olhos e a magia do sorrir.
Somos assim, os animais racionais, que a todos os outros apelidaram de oposto! Tristes humanos que tentando querer ser sempre mais matam espécies e planetas de desgosto…
Somos como flores ao vento (suaves como uma brisa) onde por vezes nem o vento nos empurra para o sentir, por insistirmos numa raiz cruel que nos martiriza, nos corrói o esplendor dos olhos e a magia do sorrir.
Somos assim, os animais racionais, que a todos os outros apelidaram de oposto! Tristes humanos que tentando querer ser sempre mais matam espécies e planetas de desgosto…