A nossa história de amor tinha de ser diferente de todas as
outras. A nossa tinha mesmo de ser original! Não haveria um pegar na mão, um
convite para tomar café ou um simples quero conhecer-te melhor.
Na nossa história, o mínimo que seria permitido fazer, seria, um arrepiante deslizar da mão pelo teu pescoço, provocando um arrepio até ao
mais tímido poro…
Na nossa história, a cafeína era insuficiente perto de toda a
adrenalina libertada pelo olhar que cruzamos no primeiro instante do segundo
que nos vimos…
Na nossa história, conhecermo-nos melhor não chegava. Queríamos
conhecer-nos todos: o exterior, o interior, os segredos, os medos, os desejos, as calmas, as inseguranças, as almas…