Tudo foi culpa minha.
Eu fui a única culpada.
Fui em quem provocou o seu despertar para a vida e para felicidade.
Fui eu,
com esta minha mania tola
de temperar a vida com colheradas e colheradas de amor e sorrisos,
que causei tanta vontade de mudança e de reviravolta.
Sim, fui eu.
O meu acordar era feliz e ousado.
O meu anoitecer era inovador e aventureiro.
Eu criava regras e fazia com que as cumprissem.
Eu investia em brincadeiras e provocava gargalhadas.
Eu assumia a minha vontade,
proclamava os meus sonhos e não escondia os meus medos,
as minhas verdades e as minhas dúvidas.
Sou a única culpada de tudo.
Assumo.
Chorei muitas noites e sorri muitos dias.
Falei sempre o que pensava, mas acima de tudo sempre falei o que sentia.
Usei sempre da verdade, mesmo quando tive a mentira à minha disposição.
Eu fui sempre a única culpada.
Culpada por ter nascido assim e viver o que nasci,
culpada por querer e assumir o que queria,
culpada por saber que,
embora nem todos estivessem preparados para …
Eu fui a única culpada.
Fui em quem provocou o seu despertar para a vida e para felicidade.
Fui eu,
com esta minha mania tola
de temperar a vida com colheradas e colheradas de amor e sorrisos,
que causei tanta vontade de mudança e de reviravolta.
Sim, fui eu.
O meu acordar era feliz e ousado.
O meu anoitecer era inovador e aventureiro.
Eu criava regras e fazia com que as cumprissem.
Eu investia em brincadeiras e provocava gargalhadas.
Eu assumia a minha vontade,
proclamava os meus sonhos e não escondia os meus medos,
as minhas verdades e as minhas dúvidas.
Sou a única culpada de tudo.
Assumo.
Chorei muitas noites e sorri muitos dias.
Falei sempre o que pensava, mas acima de tudo sempre falei o que sentia.
Usei sempre da verdade, mesmo quando tive a mentira à minha disposição.
Eu fui sempre a única culpada.
Culpada por ter nascido assim e viver o que nasci,
culpada por querer e assumir o que queria,
culpada por saber que,
embora nem todos estivessem preparados para …