Não vive cá

Sai de mim inverno triste! Vai embora, parte já! Que lugar morto em mim não existe, a tristeza não vive cá! Quero vento mas, de asas das andorinhas, estilhaços de gotas de mar salgado e nuvens tocando os poros das linhas do meu corpo de verão enluarado. Sai de mim tempestade leva tuas chuvas de gelo talhadas, que em mim não existe maldade, que eu sou de batalhas conquistadas.