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A mostrar mensagens de fevereiro, 2016
História

A nossa história de amor tinha de ser diferente de todas as outras. A nossa tinha mesmo de ser original! Não haveria um pegar na mão, um convite para tomar café ou um simples quero conhecer-te melhor. Na nossa história, o mínimo que seria permitido fazer, seria, um arrepiante deslizar da mão pelo teu pescoço, provocando um arrepio até ao mais tímido poro… Na nossa história, a cafeína era insuficiente perto de toda a adrenalina libertada pelo olhar que cruzamos no primeiro instante do segundo que nos vimos… Na nossa história, conhecermo-nos melhor não chegava. Queríamos conhecer-nos todos: o exterior, o interior, os segredos, os medos, os desejos, as calmas, as inseguranças, as almas…
Meu amigo

Esta carta que te escrevo leva tudo o que sinto por ti: a admiração, a amizade, o bem-querer e o amor. Ela é escrita com carinho, com linhas de ternura com muita dedicação e muitas letras de doçura. Escrevo para dizer-te que és uma prenda que a vida me deu que quanto mais te quero mais sei querer-te e cada vez mais és meu amigo, só meu… Amo-te com amizade e esta amizade infinita e cheia de cor é selada com verdade nossa amizade é amor.
Mortes da vida

A vida é feita de mortes A nossa vida é feita de mortes. Das nossas mortes. De mortes alheias. Mortes estupidas, cruéis e feias… Quando nascemos, morre-nos a possibilidade de vivermos para sempre. Quando alguém nos morre, morremos também. Morremos um pouco, morremos dolorosamente. Cada vez mais, sinto que a morte nos espreita. Morremos quando damos mais valor a um lugar de destaque na sociedade, do que a um lugar aconchegante num coração. Morremos quando nos atropelamos para termos poder, morremos para ter,ter,ter… Hoje sinto-me um pouco morta. Sinto-me assim porque vejo que ao meu redor, apesar do lamento e da dor, há gente que vive morta. Gente que simplesmente não entende, que viver, por viver, de nada importa… Quantas lágrimas mais teremos de chorar, para estarmos preparados, para a despedida definitiva? Quantas? Sei que, ainda que chorássemos todos os oc...